domingo, 4 de agosto de 2013

REATIVANDO....

Depois de 4 anos sem postar nada, me volta a vontade e talvez até mesmo a necessidade de aqui estar presente para poder desabafar e falar sobre tudo o que tem acontecido nesses ultimos tempos. Tantas são historias, tantas serão as linhas e talvez até mesmo lagrimas. Mas, assim é a vida!

Penso ainda no que escrever, no que falar, no que dividir, historias, tenho varias! Mas, ainda não decidi por onde começar. Mas, vou faze-lo, o mais breve possivél.

Até logo!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A la Campgne...

De 23/01 a 25/01 a La Campagne na Ville de Belligne, proximo de Angers, França.

Como é bom se desconectar de tudo que acontece em sua vida e, viver um sonho, mesmo que seja por 3 dias.
Sera um fim de semana inesquecivel.

Obrigado a todos que me proporcionaram essa felicidade...

Que venha mais grandes momentos como este.
20/01/2009

Mais uma data pra nao se esquecer...
Tb, de tanta importância, fica impossivel esquecer.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O Pequeno Principe

E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me! Os homens esqueceram a verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"

domingo, 11 de janeiro de 2009

Mon Animal _ Elisa Lucinda

Eu a vejo quase todas as manhãs. Não é exatamente bonita. Aliás ela é de uma feiura estranha como se carregasse uma boniteza espalhada em si, nos gestos e não nos traços exatamente. Não importa.Importa é que a vejo acompanhada perenemente pelo seu cão. Um pastor alemão com cara de bom companheiro. E o é. Eu vejo. Olha-a muito, encaixa seu focinho entre os joelhos dela, brinca com ela, gane querendo dengo. Ela também, essa minha vizinha de uns quarenta e vividos anos, brinca de não-solidão com esse cachorro específico; gosta dele, ri: Não Duque, assim não, deixa o moço, Duque, me espere. Não vá na minha frente assim, cuidado com o carro, menino. Ele a olha como quem agradece. E vão os dois, não em vão, pelas ruas de Copacabana sob o sol, felizes que só vendo. Eu vejo.
Ela é camelô; nos encontramos no elevador e eu: - Vocês se divertem tanto, é tão bonito. - É, nos conhecemos na rua. Ele olhou pra mim bem nos meus olhos. Eu estava trabalhando. Vi logo que era um cão bem cuidado fisicamente mas faltava-lhe carinho. Deixei minhas bugigangas (ela vende coisas que querem imitar jóias antigas) por não sei quanto tempo e fiquei agachada na calçada na Avenida Nossa Senhora, só namorando ele. Decidimos que ele viveria comigo. Naturalmente. Tudo aconteceu “naturalmente”, ela frisou, como se quisesse dissipar de mim qualquer sombra de suspeita de um possível roubo. Noutro dia no mesmo elevador, ela com seu carrinho de balangandãs, eu e Duque. O elevador apertado e ela continuou femininamente a conversa do último elevador nosso: Tenho certeza que ele é de câncer. É muito sensível. Só falta falar. Né Duque? ... ele não é lindo? Eu disse: Lindíssimo. E você que signo é? Ah, sou capricórnio mas com ascendente em câncer, combina sim.
Eu vejo Duque lambendo as mãos dela, as magras mãos cujos dedos ela oferecia de propósito e distraidamente a imordida dele. Eu olho admirando receosa por conta dos afiados dentes dele. Quase não entendo de cães.
- Ah, você tem medo... ô não ofenda ele; Duque entende pensamentos e não gostou do que você pensou. Jamais me morderia, jamais me trairia. Né Duque? Senti o pensamento de Duque latindo que jamais a trairia. Achei bonito. Chegamos. Tchau, bom trabalho. Tchau Duque.
Fui para a rua pensando longamente nos dois. Depois pensei nos mistérios da astrologia e perdi o fio do meu pensamento. Ao final da tarde avistei pela janela Duque e Ângela indo ver o crepúsculo na praia. Depois vi os dois voltando sorridentes e caninos, sob a noite estrelada; ela com fitas de vídeo penduradas ao braço; sempre conversando com ele. Tenho inveja de Ângela. This is the true. O animal que eu quero não mora comigo, não almoça mais comigo, não brinca mais, não me telefona, não me advinha os pensamentos, não me acompanha ao crepúsculo, não gane querendo dengo, nossos signos parecem não mais combinar. O animal que quero, pensa demais e por isso não passeia mais comigo.
E o pior: Não me lambe mais.


sábado, 10 de janeiro de 2009

Tolerância

A tolerância, do latim tolerare (sustentar, suportar), é um termo que define o grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra moral, cultural, civil ou física.

Do ponto de vista da sociedade, a tolerância define a capacidade de uma pessoa ou grupo social de aceitar, noutra pessoa ou grupo social, uma atitude diferente das que são a norma no seu próprio grupo. Numa concepção moderna é também a atitude pessoal e comunitária face a valores diferentes daqueles adotados pelo grupo de pertença original.

O conceito de tolerância se aplica em diversos domínios: /

  • Tolerância social: atitude de uma pessoa ou de um grupo social diante daquilo que é diferente de seus valores morais ou de suas normas.

Pois é...
Certeza que TOLERÄNCIA é uma de minhas virtudes e, isso ninguém me tira.
Infelizmente ou felizmente sou assim?

Acho que felizmente, afinal, se fosse infelizmente, eu ja tinha mandado tudo a PQP...
Mas, quando se a vontade, se a desejo e sentimento, nos prestamos a cada papel que, acabamos nao aceitando, mas, encarando as coisas como são e, tentando aos poucos, mostrar nosso ponto de vista.

Por isso, não desisto nunca do que quero, dos meus idéiais...ha não ser, que me provem ao contrario e, que eu consiga realmente ver, que não vale a pena. Afinal, enquanto se vale a pena, estou lutando e correndo atras.

Espero não me decepcionar!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Surpresas acontecem...

Uma das melhores coisas que têm na vida é ser surpreendido por um ato que você não espera e, que te faça feliz!

Por um grande periodo, ontem fui a pessoa mais feliz do mundo!
Como nos faz bem, perceber que somos importante para a pessoa que também é importante pra gente. é muito bom quando esse carinho, esse sentimento é reconhecido. Isso nos fortalece!

Mas, também, não devemos nos iludir. Devemos ter sempre o pé no chão e, tentar ver o que é melhor para que não nos machuquemos. Senão, num vale a pena!

Diz o poeta que "tudo vale a pena se a alma não é pequena". Mas, mesmo assim, devemos nos cuidar.

Claro que devemos curtir e aproveitar todos os momentos de felicidade, mas, com a certeza, de que os tristes, também, podem vir a acontecer. E é, nesse exato momento, que devemos buscar forças.

E, mais um dia na vida se tornara inesquecivel.

08/01/2009 - 00:15h... Dia e hora pra se guardar...

Ah, so pra nao esquecer...

As vezes, um pequeno stress, desentendimento, pode desencadear também, momentos de pura felicidade.